28/1/2010
Bafana bafana conta com Parreira e com as vuvuzelas para fazer bonito em casa
Apesar de ocuparem a pior colocação no ranking da FIFA, dentre as seleções classificadas para a Copa, os donos da casa querem mostrar a mesma força e alegria que demonstraram na Copa das Confederações do ano passado, quando chegaram na semi-final e “venderam caro” a derrota de 1x0 para a seleção brasileira.
Para isso, a África do Sul, que vai para sua terceira participação em mundiais, aposta no tetra-campeão Carlos Alberto Parreira e na recuperação do seu principal jogador Benni McCarthy para fazer bonito diante de seus fanáticos e animados torcedores com suas já tradicionais e barulhentas vuvuzelas.
Somente depois da extinção do apartheid, em 1991, que a Seleção local pode ser oficializada. O primeiro jogo foi contra Camarões em partida válida pelas eliminatórias para a Copa de 1994, e os bafanas venceram pelo placar de 1x0. A classificação acabou não vindo, mas em 1996 disputando pela primeira vez a Copa das Nações Africanas, o país, como sede, foi o grande campeão do torneio continental. Após seu primeiro título, veio a classificação para a Copa do Mundo de 1998.
Em 2002, também participaram do mundial e conseguiram sua primeira vitória: 1 x 0 sobre a Eslovênia. Entretanto, os Bafana Bafana foram novamente eliminados na primeira fase. Outro detalhe a ser lembrado é que a seleção de Parreira não disputou a Copa Africana de Nações, que ainda está em andamento, por não ter conseguido a classificação.
CRAQUE
O craque, um dos mais experientes do grupo (32 anos) e também uma grande incógnita. Esse é Benedict Saul McCarthy ou Benni McCarthy, como é mais conhecido. Longe da forma física ideal e com um histórico de confusões com antigos treinadores, o atual jogador do Blackburn, da Inglaterra, precisa resolver seus problemas extra-campo antes de pensar em se destacar na Copa, já que futebol ninguém duvida que ele tenha. Os torcedores do Porto que o digam: McCarthy tem um total 46 gols em 86 partidas disputadas pelos dragões.