19/3/2010
Missão Bafana Bafana parte 2
Bandeira do Brasil tremula junto com a da África do Sul na Granja Comary
Após a chegada em Teresópolis e dos primeiros treinos os Bafana Bafana começaram uma verdadeira maratona de jogos-treino. No sábado (13/03), a seleção sul-africana empatou com um time misto do Volta Redonda. No dia seguinte (14/03), eles receberam os garotos Sub-20 do Fluminense. A recepção não foi das melhores. Uma vitória por 8 a 0 serviu para dar moral a equipe comandada por Carlos Alberto Parreira. Finalizando a temporada na Granja Comary a vítima foi um time misto do Boavista. O jogo disputado na segunda-feira, 15 de março, terminou 2 a 0 para os africanos e a defesa se manteve impenetrável.
Nesses dias o trabalho com a imprensa foi direcionado para a organização das zonas mistas e a filtragem dos (diversos) pedidos e a realização de algumas (poucas) entrevistas estratégicas. Entre elas diversas equipes do Sportv, TV’s francesas e até a revista Veja.
Após a estada em Teresópolis viajamos para Belo Horizonte na terça-feira, 16 de março. A recepção aos Bafana Bafana foi incrível e a imprensa noticiou todos os movimentos que antecederam o amistoso com o Cruzeiro. Na quarta-feira, tivemos entrada no Globo Esporte MG e gravação para o Arena Sportv. De noite a seleção da África do Sul fez um bom jogo com a equipe cruzeirense e se não fez gol, também não levou. Mérito dos destaques da partida, os goleiros Khune e Fábio.
A coletiva organizada em parceria com a assessoria do Cruzeiro foi objetiva e rápida (cerca de 15 minutos), um pedido do “professor” Parreira. A imprensa mineira estava amplamente representada.
Na quinta-feira (18/03) logo cedo partimos em direção a Toca da Raposa 2. Os reservas da África do Sul enfrentaram os do Cruzeiro. “Vencemos” por 2 a 0 e a defesa treinada pela comissão técnica brasileira completou 450 minutos sem sofrer gol.
Nessa sexta voltamos para o Rio e amanhã terminamos essa jornada de 12 dias ininterruptos de correria com um jogo-treino com o Botafogo no Engenhão.
Daqui a pouco estou de volta ao escritório e aos jogos do Campeonato Carioca, mas só posso dizer “Enkosi Kakulo”* pela oportunidade.
* Muito obrigado.
Por Saulo Campos