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24/5/2010

Após oitavas em 2006, ganeses tentam ir ainda mais longe, na África


Bons resultados obtidos  nos últimos anos e o fato de jogar em seu continente faz com que a seleção de Gana chegue forte e confiante para este Mundial. Única equipe africana que conseguiu avançar as oitavas na Copa do Mundo de 2006, (quando superou duas fortes seleções, Estados Unidos e República Tcheca, e acabou derrotada para o Brasil por 3x0), teve também um bom desempenho na Copa Africana de Nações deste ano, realizada em Angola, perdendo na final para os egípcios, atuais tricampeões, por 1x0.


Apesar de ser uma das forças da África na atualidade, só podemos dizer que Gana tem alguma tradição no futebol pelos resultados conquistados nas divisões de base. O país é bi campeão e quatro vezes finalista do Mundial sub-17, além de ser o atual campeão e ter chegado a outras duas finais nos mundiais sub-20. Em contrapartida, no profissional é apenas a segunda participação dos ganenses em Copas.


O elenco é quase inteiro de jogadores que atuam na Europa e conta com três nomes de mais expressão no mundo futebolístico, o meia- atacante Appiah, do Fenerbahçe, e os meio-campistas Muntari, da Inter de Milão, e Essien, do Chelsea. 


Craque:
O experiente volante Michael Essien do Chelsea, da Inglaterra, é a grande esperança dos ganeses na África do Sul. No clube inglês, mesmo sendo um jogador de técnica respeitada, ele atua mais no setor de marcação do meio de campo, aparecendo apenas esporadicamente na frente, como homem surpresa de ataque. Já na seleção, tem uma responsabilidade bem maior. Além de dividir a função de líder da equipe com Appiah, é o encarregado de comandar as jogadas, exercendo o papel de ‘’cérebro’’ da equipe. Se Essien dará conta do recado e conseguirá executar esta difícil tarefa, descobriremos em breve.  
 


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