31/5/2010
Desprovida de grandes craques e sem Pet, Sérvia chega como candidata a zebra
Mesmo não contando com nenhum jogador diferenciado tecnicamente para resolver nos momentos difíceis, a seleção sérvia espera manter o bom futebol apresentado na eliminatória européia. Os sérvios terminaram em primeiro lugar no seu grupo, desbancando a forte Romênia, além da favoritíssima, França.
Muitos críticos acham que Petkovic, ídolo do Flamengo e um dos principais responsáveis pelo titulo do hexa rubro-negro no Campeonato Brasileiro ano passado, apesar dos seus 37 anos, ainda poderia ser uma boa alternativa para suprir essa carência de talentos individuais da equipe sérvia. Porém, o técnico Radomir Antic preferiu dar preferência ao entrosamento e a forte disciplina tática demonstrada nos jogos da eliminatória. Os nomes de mais expressão no elenco são os meias Stankovic, da Inter de Milão e Krasic, do CSKA Moscow, além dos defensores Vidic e Ivanovic, do Manchester United e Chelsea, respectivamente.
Um dos países que formavam a antiga Yugoslávia, bastante tradicional no futebol, a Sérvia vem para a sua segunda Copa do Mundo seguida. Em 2006, na Alemanha, não passou da primeira fase, quando acabou dando azar e caiu no apelidado ‘’grupo da morte’’, que era completado por Argentina, Holanda e Costa do Marfim. Neste mundial, o cruzamento não é tão difícil. O grupo tem a Alemanha, como a grande favorita a primeira colocação, a Austrália correndo por fora, além de Gana, que tudo indica ser a grande concorrente dos sérvios para a segunda vaga.
Craque:
O meia de 31 anos Dejan Stankovic, da Inter de Milão, aparece como o principal destaque sérvio para a Copa. Apesar de não ser nem de longe brilhante, o jogador é considerado eficiente por realizar bem varias funções. Os bons lançamentos e chutes de longa distância, a eficiência na marcação e a grande entrega física nas partidas são algumas das qualidades do polivalente Stankovic.