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Península é ecologia, arte e luxo

Ocupando uma área de 780 mil metros quadrados de área verde às margens da Lagoa da Tijuca, a Península é o primeiro bairro ecológico do Rio de Janeiro e o mais novo sonho de consumo de uma geração que além de espaço, quer morar com qualidade de vida. A localização da Península é privilegiada, não só pela paisagem ao redor, mas por ser um novo bairro com única entrada e saída e, assim como a Urca, na Zona Sul da cidade, é uma ilha de segurança e tranqüilidade.

 

Em 2008 foi lançado, em parceria com a RJZ Cyrela, o Península Offices, prédio comercial com 170 unidades que representa a chegada de serviços e comércio ao bairro. A previsão de conclusão é em 2010.

 

Exclusividade, luxo e responsabilidade ambiental são conceitos agregados ao bairro, que já está estabelecido. Os 15 condomínios prontos (totalizando 28 prédios) e os outros seis em construção representam a identidade da Península. Para completar a proposta de promover um ambiente sofisticado, a arte foi inserida cuidadosamente no local, que ganhou um museu a céu aberto. As obras de arte adquiridas pela Sociedade Civil Amigos da Península totalizam um investimento de cerca de R$ 2,2 milhões.

 

O rico acervo instalado na Península tem entre suas obras clássicas a réplica de Apolo e Daphne, do escultor italiano Gian Lorenzo Bernini. O original está na Galeria Borghese de Roma.  Outra obra de grande valor é a da famosa Vênus de Milo. O original, de autor desconhecido, foi encontrado no Século II A.C. na ilha grega de Milos e está no Museu do Louvre, em Paris. No local também é possível conhecer a réplica de Hércules, guardião simbólico instalado na entrada da Península. A obra original é do escultor grego Glycon, data do Século IV A.C. Já entre as obras contemporâneas levam assinaturas de renomados artistas como Franz Weissman, Ascânio MMM, Emanoel Araújo e Caciporé Torres.

 

O território da Península, totalmente recuperado pelo arquiteto paisagista Fernando Chacel a convite da Carvalho Hosken, equivale em tamanho ao Leblon, e terá apenas 8% de seu total ocupado por 64 empreendimentos assinados por renomadas construtoras.

 

Entre os destaques, podemos citar os luxuosos empreendimentos duplex da Calçada, sucessos absolutos de público e venda. Com imóveis que se assemelham a casas de tão confortáveis e espaçosos, os prédios da Calçada vêm com diferenciais como salas revestidas com mármore crema marfil, inteligência residencial e segurança. No caso do Residencial Mondrian, a construtora apresentou uma inovação: aplicou pé-direito duplo de 5,6 m que funcionam muito bem nos duplex em apartamentos lineares especiais. Em um ambiente de luxo, as áreas de lazer também são diferenciadas, como o Golf Training que agrada em cheio aos apaixonados pelas tacadas. Além disso, há um espaço exclusivo para animais de estimação. O playdog será equipado com circuito esportivo e piscina para os cães bacanas se exercitarem e se refrescarem.

 

Outro empreendimento que merece atenção é o Iles de La Península, desenvolvido pela RJZ Cyrela e composto pelos condomínios Saint Martin e Saint Barth. Ocupando quadras fechadas com terrenos de 23 e 27 mil metros quadrados, ambos irão contar com estruturas de entretenimento exclusivas, com mais de setenta itens de lazer segmentado para todas as idades. Uma gama de serviços de alta qualidade também foi pensada para atender aos desejos e necessidades dos moradores. Os condomínios terão espaços assinados por profissionais consagrados como: Espaço Gourmet pela chef Flavia Quaresma, fumoir pelo Esch Café, biblioteca pela Livraria Argumento, estética pela L’Occitane, academia pela Reebok, Adega por Danio Braga, Atelier por Ângela Cantarino, Cinema pelo Armazém Digital.  Para se ter uma idéia, a adega do luxuoso Iles de La Península comportará cerca de quatro mil garrafas de vinhos. Além das garrafas selecionadas por Danio Braga, os moradores terão espaço reservado para suas coleções.

 

A arquitetura paisagística da Península foi planejada para ressaltar a beleza natural da área. Os 3,5 km do seu perímetro urbano compõem uma bela trilha ecológica – Trilha Prof. Luiz Hemydgio – com manguezais, vegetação de restinga, fauna e flora características da região e equipamentos de esporte e lazer para todas as idades. Cinco jardins temáticos – Jardim da Trilha, das Esculturas, das Palmeiras, Jardim Zen e Jardim das Frutíferas completam o projeto paisagístico do local.

 

Além dos jardins, a Península conta dois grandes parques com 45 mil metros quadrados cada.  O Green Park oferece campo de treinamento de golfe com putting green de 18 buracos, clube com piscina para adultos e crianças, quadras de tênis e poliesportivas, espaços infantis temáticos, ciclovia, ringue de patinação, pista de skate, mesas de jogos e áreas de meditação.  Já o Lagoon Park é formado por espelhos d´águas com chafarizes e mirantes, trilha demarcada de três quilômetros, equipamentos de ginástica ao ar livre, jardim de bromélias, jungle houses (casas na árvore para crianças), espaços zen para meditação e leitura, redários, entre outros.

 

Responsabilidade ambiental

 

No âmbito da responsabilidade ambiental, a Península atua em diversas frentes de trabalho.  O “Projeto dos Manguezais”, que tem como objetivo a recuperação da Lagoa da Tijuca, por exemplo, é coordenado pelo biólogo Mario Moscatelli, e conta com 22 ex-pescadores, dois quais 12 são ex-pescadores que não conseguiam mais tirar seu sustento das águas poluídas da lagoa e hoje trabalham diretamente na sua recuperação, seja retirando lixo flutuante, eliminando espécies vegetais exóticas ou replantando espécies vegetais nativas. 

Atualmente são gastos cerca de R$ 45 mil por mês para manter os manguezais da Península e apesar de variar de acordo com períodos de maior ou menor pluviosidade, em geral o volume de resíduos recolhido mensalmente fica em torno de quatro a seis toneladas. No inicio do projeto esse número chegava a 10 toneladas mensais. A flora vem se recuperando visivelmente, assim como a fauna associada. Por enquanto ainda são esporádicos, mas cada vez mais freqüentes o aparecimento de animais capivaras, mãos peladas e jacarés.

Além disso, a Carvalho Hosken mantém um horto educativo, também supervisionado por Moscatelli, com mudas de plantas de manguezais. Para manter este pedaço de paraíso e deixar um legado para as próximas gerações, todos os prédios da Península contam com rede de tratamento própria.

 

Ao longo de 23 anos já foram consumidos mais de R$ 20 milhões na recuperação do ecossistema local, que começou com o cumprimento das exigências determinadas pela FEEMA. “Toda a faixa marginal de proteção da Lagoa da Tijuca foi restaurada”, declarou Chacel. Ele explicou ainda que, com a recuperação dos manguezais e dos plantios de restinga, chegou-se à cobertura vegetal originária da Barra da Tijuca e com isso a fauna também começa a dar sinais de recuperação: estão de volta à região animais como a garça azul, a marreca e o socoboi. O ecossistema recuperado possibilitou ainda a reinserção do caranguejo guaiamum e do Uçá, que estavam desaparecidos do seu habitat natural.
 



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Roda Rio 2016

Uma roda-gigante de 36 metros de altura, instalada em um dos mais belos pontos turísticos do Rio de Janeiro: o Forte de Copacabana. Não à toa, a Roda Rio 2016 foi um sucesso. A Dream Factory - empresa idealizadora do evento - trouxe pela segunda vez da Alemanha a atração, que recebeu mais de 150 mil visitantes entre 31 de dezembro de 2008 e 1º de março de 2009.

 


Nesta edição, o objetivo da Approach era maximizar a divulgação de ...

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