Luz, câmera e ação para dominar o tráfego nas mídias sociais

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Time Criativo da Approach

Atualmente, 80% do tráfego na Internet é de vídeos que vão de superproduções a edições amadoras. A previsão é de que em 2021 sejam consumidos 3 trilhões de minutos de vídeos da Internet por mês, equivalente a cinco milhões de anos de vídeo por mês, de acordo com informações do site Tubular Insights. As redes sociais rapidamente entenderam e ampliaram os vídeos com investimentos em tecnologia e inovação. Tudo para atender à demanda de pessoas e organizações em se mostrarem ao mundo através de luz, câmera e ação.

Se para os milhões de usuários, o consumo de audiovisual é diversão, para as marcas tornou-se a mais importante ferramenta de aproximação com o público, ao apresentar como diversão o que na verdade é informação.

Receitas culinárias, tutorias de maquiagem, vlogs, clipes musicais, são alguns tipos de informações encontradas no YouTube, que é hoje o segundo site mais acessado no mundo, perdendo apenas para o Google. Mas quem pensa que a presença online das produções audiovisuais está apenas na plataforma de vídeo da Google, engana-se. Atualmente o Instagram possui mais de 500 milhões de usuários diários acessando o Stories, onde a informação é rápida e precisa despertar interesse nos preciosos 15 segundos, e no feed da rede, que possui 1 bilhão de usuários no mundo e pode ter uma narrativa mais concisa para prender a atenção em meio a tanta informação.

Além disso, o Instagram, visando uma concorrência mais direta com o YouTube, lançou o IGTV, aplicativo de vídeos mais longos que podem ser postados na rede. No início, os vídeos só podiam ser assistidos na vertical, fazendo com que os criadores de conteúdo que já estavam habituados com os formatos tradicionais de vídeo na horizontal (widescreen) tivessem que se reinventar para embarcar na novidade da plataforma. Atualmente, o IGVT já aceita vídeos no formato widescreen, mudança anunciada pela marca um ano após a criação da funcionalidade. De web séries a bastidores de shows, marcas começam a investir na produção de conteúdo exclusivo pensado para essa plataforma.

Já o Facebook, maior rede social com usuários ativos no mundo, mais de 2 bilhões, acompanhou a evolução do audiovisual e se reinventou com as novas possibilidades. Também tentando uma concorrência com YouTube, o Facebook – que é dono do Instagram, vem priorizando vídeos mais longos em seu feed. Com intuito de gerar diálogos e construir comunidades, nasceu o Watch, segmento dentro do feed do Facebook voltado para os usuários organizarem listas de reprodução e terem acesso a todos os vídeos publicados pelas páginas que curtem em uma única aba. Outra novidade apresentada pela empresa de Mark Zuckerberg é a Watch Party, que nada mais é do que uma transmissão “ao vivo” do que você está assistindo, postado por você ou terceiros. A inovação gera interação entre usuários e marcas, fazendo com que eles assistam juntos os conteúdos audiovisuais da rede.

O YouTube, que já se consolidou como maior plataforma de vídeo online, lançou recentemente o YouTube Music trazendo a proposta de streaming de música, onde o usuário tem a possibilidade de navegar pelo site ou App através de uma interface adaptada, permitindo explorar as listas de música com base em gêneros e recomendações.

Patricia Fiasca